Acaba One Show – começa 3,8

postado por andre

Acabou o One Show 2009. Foi uma experiência incrível. Me fez repensar uma cacetada de coisas. E entender melhor o que é valorizado pelos consumidores e criativos ao redor do mundo.

Os trabalhos mais debatidos e amados no festival foram aqueles que de alguma maneira criaram ferramentas para que as pessoas transformassem algo em suas vidas pessoais. Desde uma maneira diferente de se conectar aos outros, até mudar a maneira como vão ao escritório, dirigem seus carros, treinam nas academias.

Integração de mídias. Serviços. Conteúdo. Simplicidade. Mensagem única. Tecnologia influenciando os produtos que nossos clientes lançam. Essas são as palavras de ordem para as criações de 2009. Acabou a bobagem floreada, one one-lines, os sites ultra bem montados e produzidos, que não servem pra muita coisa.

Nenhum jurado sai do show sabendo o que ganhou o que. Todos nós votamos anomimanente num PDA eletrônico e depois de 36h discutindo e votando, apenas conhecemos o shortlist. O resultado conheceremos no dia da premiação, que é em Maio.

Aproveitamos para gravas 10 criativos internacionais muito bacanas, perguntando o quando eles sabiam sobre o Brasil e se eles terial algum interesse em vir passar um tmepo por aqui. Esse conteúdo será debatido com uma platéia em Brasilia no dia 27/3, e o resultado deste debate será o programa 1 do 3,8 em 2009.

07COMENTÁRIOS ATÉ AGORA

  1. 01 dudu
    23 março.09, 10H12

    otimo post de reflexao, andre! vai ser divertido isso…
    serviços + utilidade + conteudo… sera q chegou a hora? tomara que sim!

    simbora pro planalto central na sexta! :-)

  2. 02 marco chaparro
    23 março.09, 14H02

    Opa! 3.8 dando sinal de vida em 2009 massa… é isso é a web mostrando sua cara pelo usuário e pelos criativos após quase 10 da grande bolha uhuhaahoo,

    abraço!

  3. 03 Lou Martins
    24 março.09, 12H41

    “Serviços. Conteúdo. Simplicidade.” ou aquilo que costumam chamar de web 2.0 (blargh), termo criado em, sei lá, 2004?
    Tipo 5 anos atrás?
    Não vejo como uma grande novidade, mas acho bacana que mais pessoas estão abrindo os olhos para um fato que já estava relativamente claro (principalmente se observarmos os perfis de sites que mais crescem – volume de trafego, cadastros etc… No geral, estes sites estão ligados a algum tipo de serviço, como Last.fm, Facebook, Twitter… Ou até um Craiglist e Wikipedia, se quisermos falar de serviços mais “úteis”).
    O marketing, publicidade ou qualquer nome que dão a isso está deixando de ser uma desculpa para falar algo para alguém para ser uma oportunidade de fazer algo que realmente seja útil para alguém, não importando por qual formato isso seja entregue.
    Tambem não vejo como o fim dos sites lindos e super bem produzidos. Acho que há momentos que são relevantes, entregam o que precisam entregar e satisfazem algum tipo de necessidade de um público num determinado momento, mesmo que a necessidade seja entretenimento.

  4. 04 Márcio Rosa
    29 março.09, 0H14

    sou de Brasilia e pode acompanhar esse 3,8 ou 3ponto8 como definimos .rs
    parabens pela palestra pelo programa .

    abs.

  5. 05 andre
    31 março.09, 0H33

    Lou, os sites lindos e bem produzidos, quando vêm complementar idéias simples e diretas, normalmente deixam de precisar se envolver num manto de produção “George Lucas” para serem eficazes.

    Eu falei pessoalmente com os DCs que produziram os sites mais complexos e lindos e realmente luxuosos de 2008 e ouvi deles que os resultados não foram dos melhores. E quanto mais complexos e ultra produzidos, menos resultado.

    Isso prova que não possivelmente não adianta criar um mundo encantado online que tenta competir com filmes de Hollywood ou jogos de Playstation3 porque simplesmente não vão conseguir. Eu sempre achei que o fato de estes produtos estarem na mídia WEB os faria eficazes pela facilidade de acesso universal do meio, que usuários dariam um certo desconto, mas não está acontecendo assim ao que parece.

    Quando mencionei esse fato não significou que acabei de descobrir que existem serviços online e que agora o trend são sites mal produzidos e horrorosos. Mas atente ao fato de que o brilhantismo punhetal, sites gigantes e demorados de loadar, que não rodam em muitos computadores, etc… e que passam entretenimento, estão perdendo lugar a sites com algum tipo de valor agregado por serviço, com ou sem novas tecnologias como formato. E mais simples de entender e interagir.

    E campanhas pontuais estão perdendo lugar a conversar mais constantes, normalemente no formato social ou serviço pessoal.

    Bom né?

  6. 06 Lou Martins
    1 abril.09, 0H30

    Sim, bom. ;)
    Assim dá para voltar o foco para as necessidades de um público e não para questões estéticas-tecnológicas-ou-qualquer-whatever-do-tipo. Acho que qualquer formato de entrega de conteúdo precisa de uma puta idéia e objetivos por trás que o sustente, senão é vazio.
    E conhecer bem com quem quer falar é o primeiro passo para iniciar uma conversa que seja relevante e, consequentemente, constante.
    OK, mais 3 linhas vira antropologia de boteco. Acho digno.

  7. [...] da publicidade brasileira, a galera 3,8 mostra que o Brasil está em alta lá fora, uma idéia aqui. Complementando o que a Regina discutia no primeiro dia, o podcast tomou rumos para formatos de [...]

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