Gringo full-service!
postado por andrePois é, não é que estamos entusiasmadíssimos com o offline e perdemos nosso amor pelo on, mas conseguimos, depois de muita luta, começar a fechar propostas que utilizam fortemente o offline para gerar conhecimento e frequência para histórias mais engajantes que se desenrolam no on.
Esse tipo de envolvimento tem sido ultimamente a norma na Gringo: online com algumas pitadas de off, mas recentemente Anador se tornou nosso primeiro parceiro na execução de uma estratégia integrada total, então vem ai alguns trabalhos mais importantes de off da Gringo.
Existe uma grande discussão em torno do papel das agências e também do modelo de negócios que o mercado necessita. Alguns advogam o modelo 1-stop-shop e outros identificam as ultra-especialistas como as que estão melhores adaptadas ao futuro. A Gringo está se tornando uma 1-stop-shop simplesmente porque cansamos de fazer trabalhos integrados com outros parceiros e ficar deprimidos com a qualidade criativa alheia. Vamos fazer melhor.
Abaixo entrevista na íntegra do MM.
De produtora a agência digital. Esta foi a trajetória cumprida pela Gringo.nu, dos sócios André Matarazzo e Fernanda Jesus. Amigos de infância, os dois decidiram, em 2006, abrir a produtora digital. No início, o carro-chefe da empresa eram sites diferenciados para empresas instaladas fora do Brasil. Na época, 80% dos trabalhos tinham como destino o exterior, o que não impedia a realização do objetivo maior: fazer do Brasil um mercado menos defasado quando comparado ao resto do mundo.
A partir de 2007, com as conquistas de contas como Absolut Vodka e Coca-Cola, a criação de sites passou a ser apenas mais um item dentro de planejamentos estratégicos solicitados pelos clientes. “Quando começamos, as ações eram pensadas de maneira muito parecida, com o único intuito de fazer mídia para gerar tráfego para um site bacana. A evolução natural do mercado, porém, colocou a Gringo no papel de estrategista. Hoje, em alguns casos, nem sequer desenvolvemos um site se aquele não for o conteúdo mais necessário para atender ao objetivo do cliente”, descreve Matarazzo, que acumula a função de diretor de criação.
Segundo Fernanda Jesus, a sócia faz-tudo, a evolução do modelo culminou em crescimento bastante expressivo nos últimos anos. Em 2009, por exemplo, os números mostraram que a agência estava 80% maior do que no ano anterior e, para este ano, a estimativa é a de que a Gringo dobre seu faturamento. Isso porque, atualmente com 65 funcionários e 12 clientes – entre eles Itaú, Microsoft e Grendene -, a agência se prepara para enfrentar um novo desafio.
O trabalho em questão envolve a capacidade de se tornar uma agência full service, com o digital no centro das estratégias. De acordo com Matarazzo, esta é uma tendência que vem se desenhando no mundo todo em razão das transformações no mercado publicitário e, na Gringo, começará a se tornar realidade com o trabalho proposto por um dos clientes recentemente conquistados: o laboratório Boehringer Ingelheim, por intermédio da marca Anador.
Para tanto, a Gringo foi buscar Patrícia Barcelos para inaugurar um departamento de mídia. A profissional – que traz uma bagagem de 12 anos no mercado digital – é agora a diretora de planejamento estratégico de mídia. “Estamos contratando justamente para compor uma estrutura que atenda às demandas off-line. Seremos uma agência completa, mas livres do modelo calçado pelas tradicionais, que ainda priorizam a bonificação por volume”, critica Matarazzo.
Outras novidades
Somente nesse primeiro trimestre de 2010 a agência somou ao seu portfólio outras cinco novas contas – Levi’s, São Paulo Futebol Clube, Pharmaton, Buscopan e Buscofem. Além dessas, em dezembro, a agência também já havia conquistado a conta da Unimed-Rio, o que viabilizou a inauguração, no Rio de Janeiro, de sua primeira filial.








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